Censura e perseguição na Oeiras Viva (IV)


A nota de culpa enviada à coordenadora do comissão de trabalhadores, Dra. Teresa Carvalho, tem algumas afirmações singulares, por exemplo:

«A trabalhadora/arguida esteve nessa reunião (da assembleia municipal) na qualidade de representante de todos os trabalhadores.»

(É VERDADE!)

10º

«Como resulta da acta daquela Assembleia a Trabalhadora Maria Teresa Sá-Chaves Simões de Carvalho no período das declarações reservadas para o público tomou a palavra.»

(QUEM USOU DA PALAVRA FOI A COORDENADORA DA COMISSÃO DE TRABALHADORES, TERESA CARVALHO.)

18º

«…e de forma premeditada resolvido dirigir-se à Assembleia Municipal im(p)utando à actual administração a má gestão da empresa (O PRÓPRIO INSTRUTOR DO PROCESSO AFIRMA QUE HÁ MÁ GESTÃO NA EMPRESA!)

21º

«Não contente com as palavras proferiu e que ficaram registadas em acta a trabalhadora/arguida entregou na AM de Oeiras um comunicado em que reiterava tudo aquilo que que já oralmente havia transmitido

(O COMUNICADO FOI DISTRIBUÍDO POR TERESA CHAVES, LUÍS ALMEIDA E JOÃO RODRIGUEZ NA QUALIDADE DE MEMBROS DA CT. O COMUNICADO FOI DISTRIBUÍDO ANTES DAS INTERVENÇÃO DA COORDENADORA DA CT. MAIS UMA INCONSISTÊNCIA DO INSTRUTOR DO PROCESSO QUE, EVIDENTEMENTE, FEZ UM FRETE AO CA DA OEIRAS VIVA, QUANDO DEVERIA PROCURAR A VERDADE DOS FACTOS E CUMPRIR A LEI.)

23º

«Os ordenados foram pagos a todos os trabalhadores no dia 20 de Fevereiro e não por causa da deslocação da trabalhadora/arguida à AM de Oeiras mas porque são regras da entidade empregadora.»

(FICA POR PROVAR QUE O PAGAMENTO DOS SALÁRIOS A TODOS OS TRABALHADORES NO DIA 20 NÃO FOI POR CAUSA DA INTERVENÇÃO DA COORDENADORA DA CT, TERESA CARVALHO. O VICE-PRESIDENTE PAULO VISTAS AFIRMA, E ESTÁ NA ATA, QUE LHE FORA COMUNICADO PELO CA DA OEIRAS VIVA QUE OS SALÁRIOS SUPERIORES A 1000,00€ NÃO SERIAM LIQUIDADOS NO DIA 20. MAIS UMA MENTIRA DO INSTRUTOR DO PROCESSO. VERGONHA!)

24º

“A actual Administração da entidade empregadora foi reconduzida, pelo accionista, para mais um mandato.”

(NOS TERMOS DA LEI N.º 50/12, DE 31/8, OS MANDATOS DAS EMPRESAS DO SETOR EMPRESARIAL LOCAL SÃO COINCIDENTES COM O MANDATO AUTÁRQUICO, PELO QUE É FALSA A AFIRMAÇÃO DE «reconduzida». O MANDATO DO CA FOI PROLONGADO ATÉ TERMINAR O MANDATO DO EXECUTIVO MUNICIPAL.)

Sobressai também da acusação feita contra a coordenadora Teresa Carvalho que as suas afirmações foram feitas na qualidade de «Trabalhadora», e as proferidas por Luís Almeida e João Rodriguez foram na qualidade de «representante da comissão de trabalhadores».

Pela dualidade de critérios na acusação, facilmente se desmonta esta cabala montada pelo instrutor: Teresa Carvalho agiu como «Trabalhadora», logo não está protegida pela lei e pelo código do trabalho, Luís Almeida e João Rodriguez intervieram na qualidade de “representante da comissão de trabalhadores, pelo que estão salvaguardados!»

Acusação vergonhosa, afirmações desprovidas de verdade, frete ao Conselho de Administração da Oeiras Viva foi o que o instrutor fez!

Voltaremos a este assunto para desmascarar esta seita, esta cambada!

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