Grosseria de funcionária municipal


Relembramos aos nossos leitores que, querendo, podem continuar a votar nos 2 inquéritos a decorrer. Aquele que consideramos mais importante «Em quem vai votar?» está disponível clicando AQUI.

O outro «Quem vai ganhar a eleição para a Presidência da Câmara Municipal de Oeiras?» pode ser acedido AQUI.

Da caixa do correio:

«No passado sábado pela manhã desloquei-me ao mercado de Oeiras na companhia da minha avó, cliente regular da peixeira D. Otília. Enquanto a minha avó estava a comprar peixe, fui ao sapateiro. Encontrava-me aqui quando ouvi uma grande algazarra: uma funcionária com a farda da câmara berrava (este é termo correto) com um colega que descarregava umas cadeiras de uma viatura. A ‘’senhora’’ que me disseram chamar-se Adelaide perguntou ao colega para quem eram as cadeiras, tendo este respondido que eram para o Dr. Paulo Vistas. A tal Adelaide respondeu em altos berros audíveis por outros clientes e comerciantes do mercado que então as podia descarregar, que se fossem para o gatuno do Moita Flores não as descarregava! O colega disse-lhe educadamente ainda que com a voz a ficar alterada que as cadeiras eram para o Dr. Paulo Vistas (presumo que para qualquer ato de campanha) e que se fossem para o Dr. Moita Flores, para o Dr. Marcos Sá ou para qualquer outro candidato as descarregaria, eram as instruções que tinha. E disse-lhe também que ela não deveria utilizar expressões atentatórias do bom nome do Dr. Moita Flores na via pública, quanto mais num espaço municipal. Por fim perguntou-lhe: ”E se o Dr. Moita Flores for o seu próximo patrão o que é vai fazer” Resposta de Adelaide: ”Ele não ganha, mas se ganhar vou-me embora da câmara.”

Seria conveniente que os superiores hierárquicos chamassem a atenção desta ‘’senhora” e lhe explicassem o que significa ”urbanidade”.

Carlos Alberto Rodrigues (Nova Oeiras)»

Comentário do Oeiras Mais Atrás: Exige-se de todas as pessoas civilizadas (?) o cumprimento do dever de urbanidade na sua relação com os outros. Por maiores razões, esse dever é exigido aos funcionários públicos, aos servidores públicos. Quem escolheu (ou foi escolhida) para trabalhar na administração pública tem de saber avaliar as consequências da sua postura: para o bem ou para o mal, a sua exposição é uma referência que gera comportamentos de imitação e que atinge todos os funcionários públicos, neste caso os funcionários da câmara municipal de Oeiras, por generalização do comportamento da referida Adelaide.

O dever de urbanidade não é um mero código de civilidade e etiqueta social. Fundamenta-se no respeito pelo valor da dignidade do ser humano. 

3 thoughts on “Grosseria de funcionária municipal

  1. Fernando Braz diz:

    Muito bem! Funcionárias como estas é que dão mau nome a administração pública . O que se exige desde já é um processo de inquérito. Dr. Paulo Vistas dê um sinal aos funcionários que não tolerará atitudes como está.

    • Anónimo diz:

      O Sr. Paulo Vistas perante situações desta não pode fazer nada. Possivelmente a dita senhora é mais “Irmã” porque faz parte da Irmandade do IOMAF do que funcionária publica. Em dezenas de anos criaram-se muitas cumplicidades e por isso todos se protegem uns aos outros.

      • Marco Fontes diz:

        Há outra funcionária que também diz raios e coriscos de Moita Flores, uma tal Palmira. O mercado de Oeiras parece ser um antro de funcionárias que não sabem o que é educação.

Este blog não censura ninguém. Critique, exponha sem ofender.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s