Injustiça, Advocacia, Desordem e Monarquia: uma história mal contada (II)


OEIRAS MAIS ATRÁS

No final da 1.ª quinzena de Novembro, Tininho liga para D’Abreu.

– Tá lá? D’Abreu?

Sim, Presidente, eu mesmo! Diga?

– Onde está a carta a pedir o subsídio para aquilo que você chama “INJUSTIÇA, ADVOCACIA, DESORDEM E MONARQUIA”? Digo-lhe desde já que o livro é uma boa merda, é um manual para principiantes de Direito. O que o General Enes escreveu parece mais de um candidato a sociólogo que de um licenciado em Direito. Eu tinha razão: tirou a licenciatura na mesma universidade do Sócrates. Mande a carta para eu levar aos vereadores. Tem de chegar antes do final do mês de Novembro, percebeu?

Oh, Presidente, vai de seguida. Mas também estou com um problema…

– Tou lixado consigo, você é todo um problema. Tou mesmo a ver que em vez de me defender ainda me vai enterrar. Qual é o problema agora?

É que…

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