O «de» e o «da»: a descoberta de Cavaco Silva


Há 2 semanas fomos surpreendidos com a ressurreição de Cavaco Silva, o mumificado presidente desta bananesca república, a propósito da sua descoberta do «de» e do «da» do presidente de câmara municipal e do presidente de junta de freguesia.

Fizemos a nossa pesquisa e chegamos à conclusão que a múmia tem razão: na assembleia da bananesca república a versão aprovada referia-se ao «presidente da câmara municipal» e ao «presidente da junta de freguesia», como podem constatar clicando aqui.

Conclui-se que na Imprensa Nacional alguém com laivos de censor ortográfico se dá ao trabalho de interpretar o que os bananescos deputados deliberam.

Não se infira que isto altera o que pensamos sobre a limitação de mandatos, em concertação com o que define a Constituição da Bananesca República:

Artigo 118.º

(Princípio da renovação)

1. Ninguém pode exercer a título vitalício qualquer cargo político de âmbito nacional, regional ou local.

2. A lei pode determinar limites à renovação sucessiva de mandatos dos titulares de cargos políticos executivos.

Quem nos lê que faça uma leitura fria, desprovida de politiquices, desprovida de sentimentos político-partidários sobre o que pensa do que foi decidido na assembleia da república, o que foi publicado no Diário da República em articulação com o definido na Constituição da República.

O SENHOR QUE SE SEGUE


Do Gabinete de Comunicação do Município de Santarém (PA-BR) recebemos a seguinte Nota de Imprensa:

Foi este Município contatado pela folha digital portuguesa OMA – Oeiras Mais Atrás sobre a veracidade da renúncia à presidência da prefeitura de Santarém do Senhor Francisco Maria Moita Flores. Verificou-se que tal senhor não é, nem nunca foi Prefeito de Santarém. Pensando tratar-se de uma confusão que poderia envolver outra cidade com o mesmo nome, entramos em contato com Município irmão de Santarém do Ribatejo, que nos confirmou que por lá passou um Senhor escritor, antigo policial de investigação científica e criminal, Prefeito nas horas vagas e que renunciou à cadeira da presidência no dia 31 de outubro de 2012, como pode ser comprovado pelo documento que se junta.

Todas as questões sobre o ex-policial deverão ser remetidas para Largo do Avião Lusitânia, n.º 15, Oeiras, Lisboa (não confundir com Oeiras do Piauí), telefone 214 416 453, fac-simile 214 417 592, celular 912 345 678.

Presidência da Prefeitura de Santarém, 21 de março de 2013.”

Como se pode ver pelo documento que recebemos de Santarém, Francisco Maria MOITA FLORES, candidato a Oeiras (de Lisboa), RENUNCIOU ao lugar de Presidente da Câmara Municipal de Santarém no dia 31 DE OUTUBRO DE 2012 pelo que, nos termos da Lei n.º 46/2005, de 29 de agosto, NÃO PODE SER CANDIDATO à presidência da Câmara Municipal de Oeiras (de Lisboa)!

Depois de Fernando Seara, a inelegibilidade apanha mais um candidato.

Excerto da Ata onde foi exarada a renúncia:

                                                              ATA N.º 85                                                               195

Mandato 2009-2013

Reunião de 5 de novembro de 2012

 ————————————- ABERTURA DA ATA ——————————

 — O senhor Presidente declarou aberta a reunião, eram nove horas e cinquenta minutos, começando por dar conhecimento da carta do senhor Presidente Francisco Maria Moita Flores, de trinta e um de outubro de dois mil e doze, apresentando renúncia ao mandato, do seguinte teor: ————————————————————————————————————–

 Lei n.º 46/2005, de 29 de agosto

Estabelece limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias locais

Artigo 1.º

Limitação de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias locais

 1 – O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos, salvo se no momento da entrada em vigor da presente lei tiverem cumprido ou estiverem a cumprir, pelo menos, o 3.º mandato consecutivo, circunstância em que poderão ser eleitos para mais um mandato consecutivo.

2 – O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia, depois de concluídos os mandatos referidos no número anterior, não podem assumir aquelas funções durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido.

3 – No caso de renúncia ao mandato, os titulares dos órgãos referidos nos números anteriores não podem candidatar-se nas eleições imediatas nem nas que se realizem no quadriénio imediatamente subsequente à renúncia.

Quem será o candidato ou candidata que vai substituir Moita Flores?

David Justino?

Teresa Zambujo?

Renúncia de Moita Flores Renúncia de Moita FloresLei limitação mandatos

A GRANDE MENTIRA: ENCERRAMENTO DOS SERVIÇOS TÉCNICOS POR QUESTÕES DE SEGURANÇA!


Continuando a dissertar sobre a grande mentira que é a derrocada eminente do edifício dos Serviços Técnicos da CMO, que pode ser provocada pelo ‘Sismo’, leia-se o que diz o despacho do Presidente Isaltino Morais:

«…a que acresce o alerta dos próprios funcionários plasmado em abaixo-assinado que hoje mesmo chegou ao meu gabinete e que traduz a sua preocupação e receio pelas condições de segurança e risco daquelas instalações.

Tudo ponderado é urgente tomar medidas que, mesmo de natureza provisória, assegurem as condições de trabalho dos colaboradores do Município, em sede de conforto e segurança

Um dia, a História contará a verdadeira história desta enorme mentira que é o encerramento do edifício da antiga CNP, que tem razões que a razão desconhece, onde pode estar tudo, tudo menos razões de segurança!

A técnica que redigiu a informação travestida de um pretenso relatório técnico não diz se o amigo dela, o ‘Sismo’, pode derrubar o Palácio dos Marqueses/INA, sem explicar também se ali há ou não sismicidade (quando lemos esta bacorada pensamos que se referia a espermicidade).

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DESATIVAÇÃO DO EDIFÍCIO DOS SERVIÇOS TÉCNICOS: A GRANDE MENTIRA!


Os oeirenses e os paçoarcuenses terão notado nos últimos 4 meses grandes movimentações de trabalhadores da Câmara Municipal do edifício localizado perto do Oeiras Parque, Atrium, para o Palácio dos Marqueses ocupado até há bem pouco tempo pelo Instituto Nacional de Administração (INA). Mais recentemente procedeu-se à mudança de trabalhadores dos Serviços Técnicos, em Paço de Arcos, para o Atrium.

O que terá motivado tão grandes movimentações de pessoas e bens? Uma hipotética derrocada do edifício dos Serviços Técnicos!

Qual a fundamentação?

«Na sequência da queda de alguns pedaços de betão…»

«Do que foi possível apurar as condições de insegurança remontam aos anos 80 altura em que a CNP vendeu as instalações à CMO, supostamente porque não respondia às suas necessidades, mas consta que que uma das razões seria porque o edifício não resistia ao Sismo.»

Perguntas:

Foi a CNP que vendeu ou a CMO que comprou?

Supostamente?

Consta?

Não foi o actual Presidente Isaltino Morais que autorizou a compra do edifício com condições de insegurança e que não resistia ao Sismo? Qual sismo? Está a chegar algum sismo e nós não sabemos?

A informação elaborada por uma técnica refere que «O edifício não resiste ao sismo, o que por si é bastante grave porque está localizada numa zona de elevado grau de sismicidade.»

Consultada a página online da Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica obtivemos o seguinte resultado para a definição de sismicidade:

«Número e intensidade dos sismos que ocorrem numa região.»

O edifício está ‘localizada’?

Têm ocorrido fenómenos sísmicos nos Serviços Técnicos, ninguém sabia, nem deu por nada?

E a técnica insiste que o edifício não resiste ao sismo.

Só há um sismo? Como se chama?

Vê-se mesmo que este Relatório foi ‘encomendado’!

A técnica que recebeu a ‘encomenda’ termina com a afirmação que as obras de reforço custariam cerca de 1.500.000,00 euros.

Onde está o orçamento?

Resumimos a primeira parte desta golpada da seguinte maneira:

A técnica da Câmara Municipal, que para fazer um relatório (?) destes só pode ser engenheira, que assina como Susana Silva, enterra o Presidente Isaltino Morais até mais não, porque nos anos 80 comprou um edifício inseguro que, ainda por cima, não resistia ao Sismo (deve ser o Brad Pitt dos sismos)!

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CHANCE TO TRY, EUROGEST E 10 & 9 = O Pardal do costume


O já nosso bem conhecido Paulo Modesto Pardal continua a mamar na torneira dos SMAS de Oeiras: dia 14 de Fevereiro mais um ajuste direto no valor de 14.400,00 euros para a sua Chance To Try tendo como contrapartida «assessoria financeira ao modelo A-B-C da Contabilidade Analítica» (seja lá o que isto for).

É evidente que se trata de mais uma golpada. Tal como aqui afirmamos, quem se der ao cuidado de ver a fundamentação apresentada pela «toupeira» que o amigo Pardal tem nos SMAS, «ausência de recursos próprios», fica-se com a sensação que os Serviços Municipalizados de Oeiras não têm pessoal.

Seja Marcos Sá, seja Moita Flores, é preciso acabar com este esbanjamento de dinheiros. Queremos acreditar que qualquer um destes candidatos fechará a «torneira» e que o Pardal e outros pardais que por aí pululam terão os dias contados. Em Oeiras.

Entretanto já circula pelas redes sociais que alguns senhores dos SMAS de Oeiras foram passear à Índia e ao Dubai. O Oeiras Mais Atrás está a reunir elementos e assim que os tivermos dá-los-emos a conhecer aos nossos seguidores. E fala-se também que os SMAS de Oeiras estarão a pagar faculdades, pós-graduações e MBA a alguns dos seus quadros técnicos e dirigentes. Vamos averiguar.