Complexo Desportivo de Porto Salvo: mais uma mentira IOMAFiana (I)


Como foi escrito e reescrito em várias publicações online, blogs e jornais, 2008 foi o início da crise financeira mundial. Porém, nem Portugal nem Oeiras faziam parte deste mundo, vivíamos desafogadamente no Portugal de Sócrates e no município de Oeiras de Isaltino. Era tudo cor-de-rosa.

No caso de Oeiras era necessário preparar as eleições autárquicas de 2009 e a celebração dos 250 anos do município caíu que nem sopa no mel. Foram gastos na festança mais de 5 milhões de euros!

Mas Isaltino não se ficou por aqui: era imperioso lançar obra, era preciso inaugurar a que fora adjudicada. As promessas às colectividades foram mais que muitas, umas cumpridas (as que precisavam de pequenas obras, caso do 1.º de Dezembro de Queijas, do Valejas), as de maior investimento foram anunciadas com grande pompa e circunstância para papalvo ver, para jornalista amigo propagandear. É lamentável que aqueles que anunciaram em letras gordas as grandes obras de Isaltino não utilizem as mesmas letras gordas para anunciar o estertor, o fim das faraónicas (Isaltínicas) obras. A independência dos jornais de Oeiras deixa muito a desejar: se piarem contra Isaltino e a sua maneira de governar perdem a publicidade institucional dos SMAS, da CMO, das empresas municipais, das empresas intermunicipais e da Universidade Atlântica.

Esta é a verdade nua e crua.

A juntar ao “falhanço” da construção do Centro de Saúde de Algés (obra propagandeada para apear a Presidente da Junta, Alda Lima, eleita pelo PSD e que sempre resistiu às investidas de Isaltino para trocar o PSD pelo IOMAF) há a acrescentar o Complexo Desportivo de Porto Salvo. Sabem o que aconteceu? O Tribunal de Contas “chumbou” o parecer prévio  através do Acórdão n.º 21/2010 – 7 de Junho de 2010/1ª S/SS por, uma vez mais, Isaltino Morais ter feito referência a marcas de materiais e ter desvirtuado os critérios de exigência dos alvarás de obras públicas, ou seja, procurando que o leque de concorrentes fosse de elevada craveira técnica (na publicitação em Diário da República) para, no caderno de encargos, rever em baixa (para pior) o alvará do construtor a escolher. Exemplo: na publicitação os critérios encaixam numa empresa de créditos firmados, p.e. a M…- E…. e depois esta contrata como subempreiteiros, p.e.,  uma empresa chinesa que não está acreditada em Portugal. Deu para perceber?

Ora, o Tribunal de Contas que tem Isaltino Morais e a Câmara de Oeiras debaixo de olho topou as artimanhas e “toma lá que vai chumbo!”

O que ressalta de mais esta nega do Tribunal de Contas? Que os erros, as irregularidades, as ilegalidades são sempre as mesmas, que o Tribunal já desistiu de chamar a atenção das CMO para as corrigir. Mas há algo que nos intriga: se os erros são sempre os mesmos, os técnicos da Câmara envolvidos não deveriam ter sido alvo de procedimento disciplinar? Tanto quanto sabemos ninguém foi molestado, antes pelo contrário, os dirigentes são reconduzidos e, nalguns casos, promovidos, o que não deixa de ser estranho.

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